Editorial 36
Alegrar em (36) variações.
1. Alegrar, proliferar bons encontros entre arte e ciência e derivas da subjetividade e educação e filosofia e processos criativos.
2. Movimentar-se em torno de modos criativos de resistir no presente.
3. Abrir possibilidades contagiantes.
4. Situar-se na dimensão do humor dos processos educativos envolvidos com a afirmação da vida e não da obediência.
5. Viver a arte, o ativismo, as experiências comunitárias, as várias lutas e movimentos que partem da afirmação.
6. Praticar um estruturalismo feliz.
7. Preferir não caso interpelada por procedimentos reativos.
8. Artistar, ora.
9. Os sons e as fomes de um furor pedagógico.
10. Variações.
11. Palavras aberrantes.
12. Marcas murmurantes.
13. Artistagens de sangue, mar e cor: aja.
14. Molecularmente, claro.
15. Para devir rasgos, fendas, brechas e toda a sorte de perturbações.
16. Fabulações como se de um cão.
17. Ardências textuais.
18. Devir-mulher.
19. Para aprender labirintos sem fio.
20. Sonhografias existenciais.
21. Sussurros.
22. Confusões intensas em paisagens.
23. Contágios, bruta flor do querer.
24. Bricolar, entre fragmentos e lampejos.
25. Sustentar experiências que escapam ao controle.
26. Comunitariamente perdura a revolta.
27. Máquina de errância.
28. Corpo intensivo.
29. Linguagem vagabundagem.
30. Varrendo e varrendo, assobiando na casa da palavra para afastar o juízo.
31. E viver sob a espécie da viagem.
32. Na distinção obscura de uma luz intelectual plena de amor.
33. No olho por olho a olho nu.
34. Aos luzelumes…
35. …polifluindo.
36. Nonada.
Juliana Gisi, Kátia Maria Kasper, Marcos da Rocha Oliveira